concienciaborealflotante
yseguimosparabingobienbienyuuuuuupiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiyesotesunaluchaporelpoderinamirage
blog de poesía y otras cosas
sábado 3 de julio de 2010
pecadaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaayggggooooorrdaaaaaaaaaaaaaasiiiiiiiiiiinnnnnntaaaamamamamaammsdmemdldiciclcucuralciciralcriruruaualcurlalcuaaaaaa
Pisquita columpia
se la comio un pato
y se hizo el harakiri con un bater
y ademas se la pufa
Yo pisquita a pisquita
Eszero el guardia de la letra
y este es cascajo cucaracha
duros duros duros
Cobrará cobrará el gato y el raton del tejado
miauuu miauuuu risirisrisrisssirrisss
Ñam rabito de ratita
NOOOO TIRRRRAAAARRRRR BBBAAARRROOOONNNNN
TODO EXPLOTA
Pcadisllapiscadislla
pescadapescadapecadaaaaygoordaaaaaa
Pecaaadaaaaaa
Los hay mas bonitos, asi asi asi asi me gusta a mi
pachin pachin pachin es jegón!!!!!! ess gegooonnnn
gogonnnn goorrrrgoooonnnn!
Carcomeros de la napia rehacese!r
Danalistas
Danalistas
Adoradoras del gran chotopuuuummmmmmmmm exxxploootaaaaa follaaaaa vacaaassss peeecaaaaadaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaespecadaygorrrdaaaaaaa
Acerdias, unas ARDAS!
No funcionaanifuncionaraaaa
bocadillosesssesbocadillloooooo
bestiacosmicacomeplanetasesmusicamuciasssssmasazuccarrrrrrmasssteeeemasteeedettuuuudemiiituuufeeeedittuuudetiiiiiiiiasssMAMSMAMSASMAMSMAXXUZUZUCAAARRRRRRRR ARRRRRRRRRRRRRRRGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGCOMEPIPASSSDECABEZAAAAA
elpaisdelascabezasssssssssintamassisésisñessisésisésisñesisémusssssssssss
mussssss
dedatacan
Esto es chocolate EXPLOtaa....,,´´´çç+```2223333masfinamasfinaaaaamassuavesuavaaaARRRRRRRRRRGGGGGGGGGGGErescomidapaalabestiaaaaa·"·$$·"·$$_^_$_$^$_"^ç´´`´.,.---- ARRGGG
HUELOLAINOCENCIAAMILIMILLONESDECILOMETOSTICTIACTICCOTOCYESSTICCCTOOCCCCESSSGAARRFFFIIOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOCARAHUEVOCARAHUEVOCARAHUEVOCARAHUEVOTASMATAOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOTASMATAOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO:;_;::;,´·:,
Fuegoooooo fatuuuuoooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooeldestellomatalllllmuchoeldetalleemataeldestellomatallllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllleselfinnnnneselfinyastánoshancomidoalacarcel.....................................pifpufpafpefpoumpampinpunparrrrrrrrrchapchipchoptrasciednoelcontinuoespaciotiempoconunaprobabilidadcuanticade0noviasnoviassssnoviiiiaiaassssssssssssssalienº
pererreaaaperrreeaaaarraaaaperrreraaaaaasonapuntessscascarjodalanistasmelapufatotalnosgustaelmalsiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiOiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiimiiiieeeeedddddooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo,peorpeorbotrderlinetotallllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllautistaaaaaaaaaaaññ----____________carahuevoyotuyotuyotyutuyoyotuchicolsatecerditovcerditocedrdito.............................................................................................intheqube............__________________________________________________________________________________________________________________chARRRRRCCCOooooossssss:_sporritodehierbaI
Haceralgoconelsustratoalgohabráquehacerestamospensandocascajoestamospensando....massuavemassuavelahemoscagaototalmodehnooooypesquessonoloseniaunquelosupierapqnovoypotrr ahii usshhussmhhssuuusshhmmpuesesoooopuesesomañanaesayercacasaltarinasiyoloentiendotodopuespqcomonoshabloqueadoentracomopedroporsucasayhacelomismocontodoquisquicascajocomopuedopuespuedacharcaaaaa____.nohayprisabasurilla
ahhhhhhhhhhhhhhh
ratoncito fuegofatuoooo animmaennnpenaaa errrraaannnnteeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeefatuo fuego ratita errante esssss FLUUUFIIIIIIIIIIIIIIII ESSS FLUUUUFIIIIIIIIIIIIIIIII PPLLLAAAANNNEEETTTTAAA DDDDEEEEECEEEEERRRRRAAAAA NNOOOO ESSSSS VEEEERRRRDDDDDÁAAAAAÁAAAA TRUUUCHAAA SSIIII ESSSS VEEERRDAAAAAÁAAAA ssisisisiesisisiesisiesisisesisiseisissiisis ESSSSS PPPPPPRRRUUUUUUEEEBBBBBBBBBBBAAAAAAAAAAAAAAAAAAEESSSSSSSSSSPPRUUUEEEEEBBBBBBBBBAAAAEEXXAAAMMENNNNNNEXPLOTTTTAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAFFFINNNNDELLLMUUUNNNNNNNDOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOooooOOoooooomuicassucusicamusisisaisiiaiaaifindelmundomfinndellmunndoooyiiiippiiiiiiessssguante BLAANNCOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOESSSSSFENETICOPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPFRENETICOOOPPPPPPAAAAAAAACOPAAAAAAAAAAAAmasmusicamasazucamastemascagffeeemasgaféglasémasazucarr ,´´´ñ.
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eeeeee
yastá?masmusicamasmusicamasazucarmasazucarrrrmasmusicaaaaasustaaaaapecaaadaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaapecaaadaaaddaaaaacaaaacaracarahuuuuuuuuee
fin del poema
puesnadavamosahacerelpoemacascajo uu
uuu
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vitud
Informe perfecto rutinario a la central con perdon de hijosdeputa, he detectado a uno, enviar a mi mismo a resolver la incidencia, caracac345 "clave cascajo" Digame? Cascajo? Si? tictoctictoc
fdoLPmataaunaviejaesLPAmeememorasmelopeeaaaaaaaaaaaaaaAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAa
huyenhuyenlosabiosCHOCOLATE,perfecto asi perfectoperfectoesESDERRELICTDERELICTAERRERRELICTTTTTTTThayundesvantemporaloralborealextrahydradescompenseperdidoasBOMMBRAAA PREEMKIIIOOOOmikilikimiliki,payaseteromwascachuputaaciegasssssssssssssssssspeoesequeaquitodosvamosaciegassssssenealidadestamosenunsubuniversoquetrascendemoselcontinuoespaciocuanticotiemporalconunaprobabilidadcuanticade=0= y hoy laespichas amigoooooo tas mataaaaooooooooooooooooooooo______.charcaeschacachacraqueescristaletaEligeeligetotalcomoestoyhuecolomismomedaaaaaahoyosvacianratadelaboratoriohervidayesosserienypqseienpuespqlesvaaenterraenlafosacomunsionosionosiiiiiserienpqtienennoviaenlafosacomun.................................................................................................................................................................................................
explota otra estrellapoemacuanticoensuciadosnorlkaligualnonoesesoesfisicocomosiconectasunsupeordenadorauna una fuente de enegia y genea una concuencia boreal, entonces al apagar el ordenador, sencillamente desaparreces, porque no tienes seso enciendes concienciaborealflotante
casina elhombelloronn cansanciaaaaaayastaonoestagranDAAAAAAAAnoloquierenpublicarr _ rabito nOOOOOO tiirRRAAARRR GRRANNNNNDaaaaa por boreal igualsi cerddditouhhmmmummmmm vcomerbonita pufapufapufaypufa clipclip clap clap puesicortarypagarrresaaesaesaesesCORTAYPARAta ESAESCOTAYPARTA HY ES ESSS PEEEEGGGGAAAAAAAAAApegapegapegaaapeegggaespegaaaamasmusicamasmusicaaaesoesunvirusunsoyuniversitaria cagarsangerlosfantasmasululanloshombesloboaullanlosvampirochillanlosfanbastissilvannnnsillvaaaaaaaa fiiiuuiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiipeorpeoroligofrenicototalmomomomonopeorrresdiosssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssdasascotasmuertofantasmamamatru trutrutrutrutritrurarmarcapueslocogesytelollevasysinosetescapaestuyoasidefacilmenosnmiedaaaamieadrsddkdjdjflkglkgjnjnjgjnkrjrkgrkggrjrjdldngldnggndlnngdjjenbarranderajjkjkjjjjjjjjjjjcucaacghaatitutiiiiiiiiiicackñakcalipomehagouncalipotasmataoiralcieloialinfiernovivirmoririperotuestasvivooestasmuerto¿enfrentarseasucreadorrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrryoinexistoconcienciaborealflotantasoyestamospensandoestamospensandooooonoshemosboorradocortay/oppaga
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existesssssesta,mmoosflotandonomolestar0:44flotantemassuavedeminotepuedesfiapqyonotengoconcimientoinexistoelhorordedunwichperoyaexisteespecadabooommmbbrrrrraaaaaabombasnuclearesyparaquequierestantospepinosdemanacionpsicoquineticapuespaairdeplanetarioaplanetariotambientambienGRANDAesgandagrandaesgrandaselehaolvidadoabirlapuertafalsapecadafalsa,mofetanosequrdeqtunolopuedeshacerpqnoerescolmillitosteingresare/h\
desvaninamirage voallasvoallas
DISCOTECA CHplanetadeceraOCOLATE 1987 PART 4noesverdas
yonolosepqyotengomipropiaidiosincrasiaigual
toda fin laculpaesdecascajoquehaceestoestoyesotodaputaflufla
*terapia,todoscomeistruchas,(·O¬)oºtehascomidounpajaritoa
truchastruchasesoesfufatodoesosonpufasdeotrasotrossanearafufa
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_sinoerestunohayperdidapqnoerestu
_igualsitamagochi, fuego fatuo, animaerranta
_puespqesonofuncionaasifufa
desvandetuchas -tengomiedoundiaenelveterinariodesvanadetruchas
sábado 8 de mayo de 2010
jueves 30 de abril de 2009
El señor sombra con sus guantes blancos de mayordomo come estrellas redondas, gordas y amarillas.
Los pajaritos transparentes llevan mensajes a sus amos. tic tac tic tac
Los tontos plantean preguntas que nadie ha respondido. pa pa pa
Los pececillos viven en su edén particular.
La perra duerme a estas horas y sueña:
Ding dong. ¿quien es? (Se abre la puerta) Soy yo! El señor hueso roido!
Yo paso los días junto al mar sin mas preocupación
pensando
que todo esto ha pasado por dentro de mi
en algun momento.
domingo 19 de abril de 2009
viernes 17 de abril de 2009
Nubes II
Hace muchos eones existió una especie de animales que al morir sus cuerpos revivían en forma de nubes gaseosas, por lo que no podemos verlos. Estos seres habitaron un mundo primitivo, pero al morir no quedaban inmóviles, estáticos e inalterables como los fantasmas. Estos seres crecían con el calor del sol y los años, flotaban sobre las llanuras, surcaban los valles con sus grandes barrigas neblinosas, observaban las constelaciones con ojos humeantes y planeaban viajes de miles años a través del cosmos. Formaban grandes manadas de nubes donde millones de patitas gaseosas se entrelazaban y tocaban. Pero poco a poco estos seres empezaron a disgregarse, una enfermedad que se había gestado dentro de ellos fue el principio de su declive. A las nubes mas viejas les estaban creciendo conciencias mas pequeñas que no podían separarse de ellos, pequeñas bocas y ojos conscientes atrapados en una organismo mayor iban proliferando hasta aniquilar la conciencia primordial de la nube. Pronto se vieron extrañas conductas y formas bultos entre algunos, pero no se dieron cuenta del problema hasta que fue demasiado tarde. Dichas conciencias parásitas se desarrollaban con una creciente paranoia y angustia ante la falta de comprensión del mundo que las rodeaba y a estar atadas unas a otras, intentaron extirparlas, pero de nuevo fué inútil. Al final solo quedaba una nube de millones de pensamientos psicóticos y paranoicos que chocaba y golpeaba las otras nubes moviendose convulsamente.
Fue por esta época cuando los mas viejos de la manda nos abandonaron en el planeta alegando que eramos demasiado jóvenes, todavía debíamos aprender durante millones de años cual sería nuestro cometido, ya que nuestra especie aprendía su cultura de una forma inata. Nuestras existencias se extendían hasta la eternidad sin fin, y los mas mayores decidieron abandonar el planeta.
Nosotros dos los vimos partir, como surcaban el cielo hacia el espacio exterior, aunque antes de irse prometieron volver algún día. Así pasaron los siglos, milenios, y hasta millones de años.
En el transcurso de todo este tiempo nos alimentamos, crecimos y no volvimos a tener problemas con aquella enfermedad que suponíamos había sido la desgracia de algunos de los mas viejos que por algun motivo habían perdido la razón al enfrentarse a algunos de los misterios mas extraños y antiguos de la existencia. Nuestros antepasados se fueron, y los que quedaban con vida se extiguieron, siendo nosotros los mas viejos de todos.
Vimos a los dinosarios desaparecer, el llegar de los mamíferos, el simio, y posteriormente el hombre.
Hemos visto las ciudades crecer, la literatura desarrollarse, conocemos practicamente casi todo, y hoy escribo esto porque nuestra guerra ha llegado a su fin. Vencimos.
Una parte de los nuestros abogaban por usar la raza humana, ocupar sus cuerpos, deshechar los inservibles, y usarlos como objetos de consumo y animales de laboratorio. Mientras que la otra parte quería instruir y educar a los pequeños humanos. La raza humana, que al morir sus cuerpos dejaba esas pequeñas nubes sin casi conciencia, a nuestro lado pequeños insectos, latidos solamente.
Y ahora debemos seguir nuestro camino trazado por grandes telescopios al igual que un día lo hicieron nuestros antepasados revelándoles a los humanos la naturaleza verdadera del mundo.
Firmado por mi, el gran general de los seres conocidos como nubes, llamado Dios, y mi amigo Satán, subcomandante y navegante primero interestelar.
Nubes...
Conduzco con mi coche rojo. He golpeado con los puños varias veces la radio por enfando. Esquivo los vehículos, doy volantazos. En el cielo a traves del cristal las nubes se agolpan formando cúmulos, parece que hoy va a llover. Otro día mas en el que me escapo de mi casa, ella me está dejando y yo conduzco hacia mi nuevo piso. En el cielo las nubes se están amontonando y empiza a llover. Mi coche es un coche rojo viejo y barato. Pienso que podría estar equivocado y que quizá de alguna forma podríamos arreglarlo entre ella y yo. Voy fumando un cigarrillo, trago profundamente el humo y lo exhalo con ansia. Antes de este día fatal, lo normal era ir al campo, comprar comida para llevar, fumar porros juntos, pasear al perro, ver películas en el ordenador, salir por ahí a beber una copa, comer fuera, pasar los días y las noches juntos. Ahora sigo conduciendo hacia mi nueva casa, encuentro un sitio y aparco el coche golpeando adelante y atrás los otros vehículos. Todos oímos voces aunque no somos muy conscientes de ellas, pero en mi caso, las voces me decían que mis problemas iban a durar para largo. Y esto es solo el principio.
viernes 3 de abril de 2009
martes 10 de marzo de 2009
Cosas escritas en el pasado...
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Estoy torpe,
torpe.
Pero aquel día el cielo estaba pisquita a pizquita. Entre aquellos arboles creímos ser sinceros, o al menos lo aparentamos. Yo te amenacé con una ramita puntiaguda. Tu me diste un buen manotazo. El perro corría detrás de una piña. Las moscas se comieron nuestra comida.
Montamos y desmontamos nuestro pequeño paraíso transportable.
Habitando aquel monigote de fantasía tan dulce como lamer un niño. Como alimentarse de sol hasta que hace frío. Sin río, ni montaña, solo envases de comida para llevar y bosque. Un buen colocón de yerba. Y la música bajita de los poemas y los cuentos.
¿Alguna vez te leí aquel de edgar allan poe, Annabel Lee? La muerte no es dulce. Es otra cosa. Un estado parecido a la felicidad. Cierto silencio.
Tan difuminado como un solo pelo.
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Viejo, podría llevarme el bocadillo para llevar sin pan y envuelto como si fuera algo que no es. Me alimento sin hambre, y me muevo lleno de humor, pero nadie me mueve. Pienso eso que dice, es necesario, tanto como caminar por la calle. Como pasear el perro, como apostar a las carreras de galgos. Tres euros. Tres euros. Tres euros para caer junto a flores mustias en el cementerio de aqui al lado. Apueste su pellejo a que puedo resistir esos ojos afilados, puntiagudos como los de un pinguino. Agarreme del brazo antes de que me vaya. Salte de su taburete. Yo también estoy solo, tambien he perdido. Pienso en la ausencia de calor, lo entiendo, le entiendo. Esa copa de coñac ha sido apurada tantas veces que le tiemblan los pies y las manos, los dedos. Pero venga y hableme, y deme un abrazo, viejo. Yo le sacaré al perro muerto, atropellado. Yo haré que sonría, aunque solo por tres minutos, antes de irme a almorzar aire.
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Bolsas vacías de plástico, camino por la calle, choco contra un pobre imbécil, y le empujo. Mi novia se está cortando las venas en la bañera de un séptimo piso. Su sangre corre por el suelo mugriento. Sigo andando hasta llegar al portal, mientras silvo alguna melodía estúpida. La calle me da ganas de cagar, de vomitar, de matar. Escupo en el buzón un gran gapo. Subo los escalones de dos en dos. Entro y cago un gran trozo de mierda. Cojo el sucio y arrugado papelote con la cara de cristo, y me limpio el culo. Veo los barcos de mierda hundirse, naufragar en la taza de bater.
En pie, abro la bragueta y saco mi verga. La observo. Ella tiene los ojos borrosos, fijos y la boca abierta, no lleva zapatos. Le susurro algo al oído e introduczco mi gran polla en su boca lila. Comienzo a follar con su lengua fría y sus ojos acristalados. Entra y sale de su boca de serie B. La fotografia parpadea. Hago nudos en la luz mientras me corro. En sus ojos.
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Esta especie de desidia se arranca a crecer por mi estómago. Estás ganas de estallar en inumerables partículas que confundo con hambre cuando voy a los sitios. Estas ganas de ir al fondo, de ir debajo, atrás... que me remueven. Sueño que se destruyen todas las comedias. Y al despertar, soy tan inocente como un niño salvaje o un viejo al sol.
No creo que exista un modo de expresar la rabia por lo que desaparece. No creo que exista un modo de contenerla. Simplemente está ahí, mientras pasan los días.
Recuerdo cuando jugabamos a odiarnos como críos.
Rabia. Venganza. Queríamos destrozar el mundo civilizado. Joderle la vida a todas esas marujas. Ahora puedo responder. Resistir. Desplegar me como un mapa. Decir lo que quiera, hacer lo que quiera. Y soy tan libre como me lo permite mi puntería.
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Los viajes interdimensionales. Las radiaciones solares. Los humanoides mecanicos. (metropolis) Las ondas circulares de luz. Pantallas parpadeantes como de neones averiados, ese hilo de luz aul por los bordes. Las puertas automáticas. El laser antes de ser comercializado en los lectores de cd.
Los viajes intergalacticos y la odisea de Ulises 31, basada en el clasico de Homero, pero esta vez con tecnodioses. La telekinesis, telepatía y la precognicción de Scanners. Supongo que podría continuar indefinidamente con otras de las sobras de los 80 que invaden mi mente.
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Reina Mab.
Como este tabaco se consume mi vida, que fumo muy nervioso a grandes caladas y profundas. Estoy acabado por este maleficio de amor de donde, ni las palabras pueden escapar, ni yo salir. Más extraño aún por resultarme exterior a todo lo conocido, impuesto por un hechizo infernal, y dentro, voy secándome como las plantas solitarias, a cada momento. Mientras entono oraciones entre sílabas inconexas, para salvar mi alma, aunque doy por perdida mi cordura, mis sueños, mi cuerpo, que no volverán a ser lo que eran.
No dejo de pensar en la Reina Mab, la partera de las hadas, cuyo tamaño no es mayor que una piedra de ágata en el dedo índice de un concejal.
Su cara es limpia, y sus ojos brillantes al igual que dos diamantes relampagueantes. La diestra locuacidad que embelesa y que la retrata, mucho antes que su figura rellenita y sus rizos tintados de rubio. Esconden en realidad una auténtica bruja siniestra y loca, de vestidos flotantes como cortinas empujadas por ráfagas de viento huracanado, y zapatos puntiagudos con los que apunta a sus presas.
Sus manos pequeñas, y dedos regordetes no pueden hacer pensar en la maldad que yace bajo un caparazón hecho de estrellas misteriosas. Solo a veces, el conjuro de belleza innombrable queda anulado, y se puede observar los pelos negros y los bigotes en espiral, rayas oscuras en su pelo desordenado, y graznidos guturales y pedos en vez de palabras o sonidos dulces que hace pasar por toses, durante instantes. Y esos ojos cuya mirada mas que de pájaro ominoso, está cargada de desperdicios y sopa fría. En general, sigue siendo bella, pero como el envoltorio de un regalo que no es nada, al rasgarle algunas partes muestra la caja fea y acartonada, ofreciendo la sensación de terrible desilusión, pero inútil para quien está hipnotizado.
Nada en este mundo hace deducir su edad más allá de las edades humanas. Siglos y más siglos, en los cuales ha asaltado a la juventud incauta e inexperta, y confundiéndoles con radiantes sueños e imperios de placer, ha succionado su vida en imposibles lametones. Como lo hacen algunos insectos con sus semejantes tras un escaparate de ilusión, o las plantas carnívoras, o los niños al chupar un caramelo. Solo pocos son los conscientes de sus mentiras y sus fines mordaces y maquiavélicos, y digestivos, ocultos por el diminuto tamaño de su voz y la suavidad de sus caricias odiosas. Pero no me di cuenta hasta que me deshice de ella, aunque tarde. Por eso, escribo ahora que mi alma, sea lo que sea, abandona este cuerpo que será pasto de gusanos y hongos no a mucho tardar. Y buscará al hada a través de los mundos para pagarle con la misma moneda.
Cómo y por qué hace esto, es lo que intento alzar de las profundidades de su espíritu maldito. Hecho de abalorios de latón herrumbroso y collares de perlas mas negras que su alma. De piedras de ámbar cuya resina se ha extraído de pozos profundos, y que son los excrementos de bichos irreconocibles.
Para ello, tendré que descender al infierno, y serrar las patas de su trono hecho de sueños imposibles y de calaveras incrustadas de mortales inocentes. Batirme en diálogos extraños con demonios burlones y saltarines como micos, domar bestias cornudas que habitan en las ciénagas llameantes, desde las que nacen ríos de fuego y pestilencia en el interior de la tierra, y recorrer sus grutas negras llenas de venganza, que descienden a parajes ácidos y más que muertos, disecados en un tiempo que no avanza ni retrocede. Alcanzar su palacio quemado, sobre la ladera de rocosa pesadilla volcánica; iluminado por la luz roja de candelabros de oro falso y recargado de cofres de todos los tamaños, desde gigantes hasta diminutas cajitas, que contienen baratijas y ojos de cristal y dientes careados de antiguos amantes. Un lugar habitado por esclavos empequeñecidos, de la altura de niños, enrojecidos por eccemas irritados que recubren hasta la última parte de sus pieles, atormentándolos, con pequeños cuernos como los de cabritos.
Que domina bajo una falsa apariencia de bondad y ambigua simpatía que engaña tanto a chiquillos y a adolescentes, como a personas entradas en años. Lo que hace con sus cuerpos no importa, por que, al fin y al cabo, es lo de menos. Y, no importa si sus calaveras acaban como soporte de velas amorfas, o sus huesos construyen sillas y mesas en castillos de bloques carmesí sobre abismos de nubes ígneas. O su carne, se usa como aceite para lámparas eternas. Lo que realmente importa, es lo que hace con los espíritus de aquellos y aquellas a las que captura, y somete a torturas más espirituales, que físicas.
Pocos seres han visto la cólera de la Reina Mab, destrozando, como poseída por el espíritu de un hacha de un leñador, muebles y puertas y paredes, solo sus siervos cobardes y aquellos que la han desafiado, lo saben. Y los espacios solitarios a los que se retira cuando la ira se vuelve insoportable, y se maldice reiterativa y estúpida, estando maldita y siendo idiota. Se alimenta de lagos de petróleo odiosos donde se ahogan los sueños de sus víctimas, de las que sabe su nombre y sus temores más ínfimos. Cuyos deseos crea en la punta de sus dedos condenándolos a perseguir zanahorias; degeneran en seres taciturnos y alimañas sin descanso ni inteligencia. Obligados a saldar una cuenta que solo disfrutan en sueños.
E impulsada por la locura, sobre sus pies chirriantes como los de una batidora voladora, viaja a la luz de astros vanidosos a velocidades absurdas, engendrando caóticas irrealidades entre hombres y mujeres, aquí y allá. Mientras calla, silenciosa y glotona, observa con orgullo desde su mundo vacío que se derrumba.
***
viernes 26 de diciembre de 2008
un poema despues de una tormenta de años
Llovía, siempre en esta película
los animales ríen a menudo sin importar nada, tu gato engorda seguramente
siempre vuelven esos pensamientos sin salida como pajaros sucios
accesos de mayores de 25 y libros y poemas que jamas he escrito
aunque lo he intentado desde lo mas profundo
como empujando desde abajo
intentanto hacer nacer palabras, como siempre.
Intentando quedarme a medias saltando desde un tercer piso
no queriendo explicarme.
Al fin y al cabo la vida es todo pero tambien es nada.
Mis dedos, las fotos, la karavana a la luna ya no tiene billetes
cerrado por derribos estas visperas son las de ayer.
Los recuerdos son goteras del techo que caen en un orinal
del viejo abuelo enfermo y solo.
He gastado las balas incluidos los animales en el test de los años, sí.
Todo lo que cruje en mi esqueleto, todo eso es mío.
uuuuu
loquequierasnohaylimiteladabuenaladanadaexplotayastássdffyyyyyyademasesimposibletunodeberiasdeexistiradivinarlapeliculaigualsiigualsi

4 comentarios:
pecaaadaaaaaaaayyygggooooorrrrrrrrdaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaconcaitaysincarita
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juajajajijujijuja WAAAAaaaaahhhh
º87
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